There is a rainforest inside Rio de Janeiro. Not near it, not beside it — inside it, wrapped around the mountain spine that runs through the city's heart. Tijuca Forest covers 32 square kilometres of Atlantic rainforest, making it one of the largest urban forests in the world. And it shouldn't exist at all.
In the 17th and 18th centuries these mountains were stripped bare for sugar and coffee plantations. By the 1840s Rio de Janeiro was running out of water — the rivers had dried up and the city was in crisis. Emperor Dom Pedro II made a remarkable decision: replant the entire mountain range. Between 1861 and 1874, workers replanted the slopes by hand with native Atlantic Forest species. It's worth noting that enslaved people at the time were responsible not only for the physical labour but for their intellect and knowledge of planting — a recognition that was only formally acknowledged in 2025. The gamble worked. The rivers returned. The city's water supply recovered. The forest grew.
Today Tijuca shelters over 300 bird species, jaguarundi, ocelots, golden lion tamarins, and hundreds of orchid varieties. The Cascatinha Taunay waterfall — painted by European landscape artists in the 1800s — still flows through the same valley. And from the summit of Pico da Tijuca, at 1,021 metres, you can see the full sweep of the city laid out below: Guanabara Bay, the beaches, the islands, the horizon.
"I grew up hiking these trails with my family. I can take you to places that don't appear on any tourist map — paths where you hear the city disappear completely within five minutes of walking."— Keyla, your guide
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Existe uma floresta tropical dentro do Rio de Janeiro. Não perto — dentro, enrolada na espinha dorsal montanhosa que atravessa o coração da cidade. A Floresta da Tijuca cobre 32 quilômetros quadrados de Mata Atlântica, tornando-a uma das maiores florestas urbanas do mundo. E ela não deveria existir.
Nos séculos XVII e XVIII, essas montanhas foram desmatadas para plantações de açúcar e café. Na década de 1840, o Rio de Janeiro estava ficando sem água — os rios haviam secado e a cidade estava em crise. O Imperador Dom Pedro II tomou uma decisão notável: reflorestar toda a cadeia montanhosa. Entre 1861 e 1874, trabalhadores replantaram as encostas à mão com espécies nativas da Mata Atlântica. Importante ressaltar que pessoas escravizadas na época foram responsáveis não apenas pelo trabalho braçal mas pelo seu intelecto e conhecimento sobre plantio. Esse reconhecimento só foi feito no ano de 2025. A aposta funcionou. Os rios voltaram. O abastecimento de água da cidade se recuperou. A floresta cresceu.
Hoje a Tijuca abriga mais de 300 espécies de aves, jaguarundis, gatos-maracajás, micos-leões-dourados e centenas de variedades de orquídeas. A Cascatinha Taunay — pintada por artistas paisagistas europeus no século XIX — ainda flui pelo mesmo vale. E do cume do Pico da Tijuca, a 1.021 metros, você pode ver toda a cidade estendida abaixo: a Baía de Guanabara, as praias, as ilhas, o horizonte.
"Cresci fazendo trilhas aqui com minha família. Posso te levar a lugares que não aparecem em nenhum mapa turístico — trilhas onde você ouve a cidade desaparecer completamente em cinco minutos de caminhada."— Keyla, sua guia
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Hay una selva tropical dentro de Río de Janeiro. No cerca — dentro, envuelta en la columna vertebral montañosa que atraviesa el corazón de la ciudad. La Floresta de Tijuca cubre 32 kilómetros cuadrados de Mata Atlántica, convirtiéndola en uno de los bosques urbanos más grandes del mundo. Y no debería existir.
En los siglos XVII y XVIII estas montañas fueron taladas para plantaciones de azúcar y café. En la década de 1840 Río de Janeiro se estaba quedando sin agua — los ríos se habían secado y la ciudad estaba en crisis. El Emperador Dom Pedro II tomó una decisión notable: reforestar toda la cadena montañosa. Entre 1861 y 1874, los trabajadores replantaron las laderas a mano con especies nativas de la Mata Atlántica. Cabe destacar que las personas esclavizadas de la época fueron responsables no solo del trabajo físico sino de su intelecto y conocimiento del cultivo — reconocimiento que solo se hizo formalmente en 2025. La apuesta funcionó. Los ríos regresaron. El suministro de agua de la ciudad se recuperó. El bosque creció.
Hoy Tijuca alberga más de 300 especies de aves, yaguarundis, ocelotes, micos leones dorados y cientos de variedades de orquídeas. La cascada Cascatinha Taunay — pintada por artistas paisajistas europeos en el siglo XIX — sigue fluyendo por el mismo valle. Y desde la cima del Pico da Tijuca, a 1.021 metros, puedes ver toda la ciudad desplegada abajo: la Bahía de Guanabara, las playas, las islas, el horizonte.
"Crecí haciendo senderismo aquí con mi familia. Puedo llevarte a lugares que no aparecen en ningún mapa turístico — senderos donde escuchas desaparecer la ciudad completamente en cinco minutos de caminata."— Keyla, tu guía
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